Léo;
Fui dormir 7 horas da manhã e acordei meio dia com o telefone tocando e a cabeça latejando. Eu durmo com meu telefone do lado porque voce pode me ligar algum dia. A esperança é a ultima que morre.
Mas não era tu. Era um amigo meu me chamando pra enxer a cara. Eu tomei um banho e estou indo pra lá, Léo. Quem sabe eu não te encontro?
Eu aprendi a não subestimar as coisas, porque o melhor dia da sua vida pode começar como um dia comum, então eu tenho feito tudo o que me chamam pra fazer, porque algum dia eu vou ter a melhor experiencia da minha vida. Te encontrar seria a melhor experiencia da minha vida, Léo.
Beijos.
sábado, 29 de dezembro de 2007
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Léo;
Escrever pra ti é como gritar por ajuda numa ilha deserta. As vezes não ouço nada, as vezes ouço o som da minha própria voz. Eu canto quando estou com medo pra mandar o medo embora e tentar me distrair. E todas as canções são pra ti. Na minha voz embargada, a ultima palavra de cada frase sai sempre como um grito desesperado. E não importa a canção que eu cante, elas são todas pra ti.
Escrever pra ti é como gritar por ajuda numa ilha deserta. As vezes não ouço nada, as vezes ouço o som da minha própria voz. Eu canto quando estou com medo pra mandar o medo embora e tentar me distrair. E todas as canções são pra ti. Na minha voz embargada, a ultima palavra de cada frase sai sempre como um grito desesperado. E não importa a canção que eu cante, elas são todas pra ti.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Léo, tive um sonho contigo.
Estávamos eu e você num manicômio, a gente fugiu com 30 reais no bolso e foi pra um motel. A gente trepou um monte, mas tu não quis me chupar, isso foi meio chato.
Beijos, Léo, achei que tu deveria saber.
Estávamos eu e você num manicômio, a gente fugiu com 30 reais no bolso e foi pra um motel. A gente trepou um monte, mas tu não quis me chupar, isso foi meio chato.
Beijos, Léo, achei que tu deveria saber.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
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